quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Um pouco sobre o autismo...


Autismo é um distúrbio do desenvolvimento humano que vem sendo estudado pela ciência há seis décadas, mas sobre o qual ainda permanecem, dentro do próprio âmbito da ciência, divergências e grandes questões por responder.
Há 20 anos, quando surgiu a primeira associação para o Autismo no país, o Autismo era conhecido por um grupo muito pequeno de pessoas, entre elas poucos médicos, alguns profissionais da área de saúde e alguns pais que haviam sido surpreendidos com o diagnóstico de Autismo para seus filhos.
Atualmente, embora o Autismo seja bem mais conhecido, tendo inclusive sido tema de vários filmes de sucesso, ele ainda surpreende pela diversidade de características que pode apresentar e pelo fato de, na maioria das vezes, a criança autista ter uma aparência totalmente normal.
O Autismo é uma síndrome definida por alterações presentes desde idades muito precoces, tipicamente antes dos três anos de idade, e que se caracteriza sempre por desvios qualitativos na comunicação, na interação social e no usa da imaginalção.
É comum pais relatarem que a criança passou por um período de normalidade anteriormente à manifestação dos sintomas.
Quando as crianças com autismo crescem, desenvolvem sua habilidade social em extensão variada. Alguns permanecem indiferentes, não entendendo muito bem o que se passa na vida social. Elas se comportam como se as outras pessoas não existissem, olham através de você como se você não estivesse lá e não reagem a alguém que fale com elas ou as chame pelo nome.
Freqüentemente suas faces mostram muito pouco de suas emoções, exceto se estiverem muito bravas ou agitadas. São indiferentes ou têm medo de seus colegas e usam as pessoas como utensílios para obter alguma coisa que queiram.
Pessoas com esse distúrbio possuem dificuldades qualitativas na comunicação, interação social, e a imaginação (a chamada tríade), e consequentemente apresentam problemas comportamentais.
Muita vezes o simples fato de querer ir ao banheiro e não conseguir comunicar a ninguém pode ocasionar problemas como auto-agressão ou agressão aos outros.
(Fonte:AMA)
Mais detalhes sobre o autismo, acessem: www.ama.org.br

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Programa A Liga aborda discriminação - hoje dia 17/08/10 (terça-feira) ás 22:15hs



Boa tarde!

Uma matéria mais que especial será transmitido pela Band hoje no programa A Liga.

Que as pessoas são julgadas pela aparência, todo mundo já percebeu.
A despeito das leis, o programa A Liga mostrará que o respeito completo em relação aos deficientes ainda não existe. A menina Lívia, de nove anos, tem Síndrome de Down e em 2004 foi rejeitada em uma escola normal por causa de sua condição. Mesmo que essa recusa seja crime, o processo que sua mãe lançou sobre a escola não teve resolução até hoje. Felizmente, Lívia está estudando em uma instituição comum, onde é aceita.
(Fonte: Band)
Bom programa para todos!

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

A primeira portadora de sindrome de down do país a se aposentar por tempo de contribuição.







Boa noite!
Hoje estava lendo o jornal Diário do Comércio, e na parte geral e nela tinha uma matéria muito interessante, sobre crianças especiais. E resolvi vir aqui postar a matéria para compartilhar com vocês leitores do meu blog vidas especiais.

Geral - Diário do Comércio
Trabalho e dignidade para deficientes

Depois de 30 anos como funcionária da Instituição Beneficente Nosso Lar (IBNL), Maria Paola Del Carlo, de 53 anos, se tornou, em 2005, a primeira portadora de Síndrome de Down do País a se aposentar por tempo de contribuição. Paola, que também foi assistida pela instituição, iniciou sua trajetória como ajudante de serviços administrativos e, quando se aposentou, ocupava o cargo de auxiliar de fisioterapia.
A aposentada é apenas um dos exemplos do resultado do trabalho desenvolvido, há 64 anos, pelo IBNL, associação filantrópica que atende portadores de múltiplas deficiências – físicas e intelectuais. E para colaborar com a continuidade da assistência será realizada a 30ª edição da Feira de Agosto.
O evento, que terá, entre outras atrações, barracas de brechó, moda e cama, mesa e banho, é uma importante fonte de recursos para a manutenção dos projetos desenvolvidos pela entidade, que representam um custo mensal de R$ 100 mil. Paola estará na festa, pois permanece trabalhando na instituição. Agora ela é ajudante da professora. "Gosto de ensinar as crianças a aprender a ler e a escrever", garante.


Dois empregos - Julio César Aleixo, de 27 anos, é outro exemplo. Assistido pelo Nosso Lar desde 1995, recebeu atendimento pedagógico e de reabilitação, passou pelas oficinas do Centro de Estímulo e Preparo ao Trabalho (Cetrab) e desenvolveu habilidades que o tornaram apto ao trabalho. O Cetrab já colaborou com a conquista de vagas por vários assistidos. Hoje, Julio tem dois empregos. Pela manhã, é ajudante-geral em uma farmácia da região; à tarde, realiza serviços internos na própria IBNL. "O Julio é muito esforçado e o seu progresso é fruto de um trabalho de estimulação integral e do apoio familiar. Ele é motivo de alegria para todos nós", diz a assistente social Maria das Graças Rodrigues, de 56 anos.

domingo, 15 de agosto de 2010

A primeira reporter com sindrome de down no mundo.

Olha que linda a Fernanda Honorato, é atriz do Grupo Teatro Novo, é reporter do Programa Especial da TV BRASIL (primeira reporter DOWN do Brasil) e é a primeira passista Down do Brasil da Portela. Um exemplo de determinação e competência. Que você continue assim sempre feliz e correndo atrás de teus sonhos!
Segue um video dela em uma entrevista no programa do Jô.
Espero que gostem!
(Fonte: Blogger Fernanda Honorato e youtube.)

sábado, 14 de agosto de 2010

Filme

Olá,
sou uma fanática por cinema, amo filmes..um em especial, indico este de olhos fechados. Vale a pena vêr e rever.

Uma lição de amor
Emoção a flor da pele

Sean Penn é um dos atores mais talentosos de sua geração. Não bastasse todo o talento que possui enquanto ator, Penn é uma das personalidades mais ativas e destacadas em termos de posicionamentos políticos que ousam desafiar a ordem estabelecida, opondo-se a direcionamentos e atitudes do governo americano e, colocando em risco suas economias para bancar projetos cinematográficos nos quais acredita.

"Uma lição de amor" vem comprovar a coerência de Penn, tanto por seu talento dramático (numa atuação que lhe valeu indicação ao Oscar) quanto por sua dedicação a causas justas, com as quais se identifica.

Se nos lembrarmos que na Antiguidade Clássica, particularmente entre os romanos, era comum o sacrifício de pessoas que apresentassem deficiências físicas ou mentais, podemos dizer que a sociedade evoluiu, aprimorou-se. Se, por outro lado, imaginarmos que há várias barreiras que ainda não foram transpostas, principalmente aquelas que dizem respeito à forma como os deficientes são encarados e tratados pelas outras pessoas, percebemos que ainda há muitas mudanças a serem implementadas.

O personagem Sam (interpretado de forma tocante por Sean Penn) vive dentro de condições que poderíamos considerar como adequadas no contexto atual, no que tange a uma pessoa deficiente que possui a idade mental equivalente a de uma criança de 7 anos de idade. Tem seu próprio apartamento, está empregado em uma lanchonete onde atua como garçom, recebe seus amigos para assistir vídeos clássicos e cuida de sua filhinha...

É justamente nesse ponto que as autoridades resolvem interferir, partindo do princípio de que Sam (Penn) seria incapaz de resolver os problemas e criar adequadamente a menina, especialmente a partir do momento em que ela ultrapassasse a capacidade mental do pai (o que ela estava prestes a fazer). A assistência social resolve tirar-lhe a guarda da criança e privar-lhe do direito de pleno exercício da paternidade respaldando-se na tese de que Sam é deficiente mental.

O filme nos coloca diante de uma situação singular, onde percebemos com clareza as impossibilidades de Sam e, ao mesmo tempo, vivenciamos através das imagens uma experiência única de paternidade, pautada numa relação carregada de emoção e presença, de participação e doação por parte do pai em relação à filha.

Some-se a tudo isso, a frieza do sistema judiciário norte-americano, onde a justiça despreza pormenores que podem ser decisivos para a solução de um caso traumático de separação entre pai e filha e temos uma idéia da trama do filme. Observem também que o contraponto da experiência vivida por Sam pode ser visto na figura de sua advogada de defesa, Rita Harrison (Michelle Pfeiffer), uma linda e bem sucedida profissional que mal tem tempo para ouvir o que seu filho tem a lhe dizer...

O filme

Sam Dawson (Sean Penn) ajeita nervosamente os saquinhos de adoçante e procura colocá-los em ordem. Todos têm que estar com o rótulo numa determinada direção e, com as palavras em posição que permita que sejam lidas. Essa sua disposição por ordem e arrumação não consegue fazer com que deixemos de perceber que Sam é uma pessoa que apresenta deficiências, visíveis a partir de seus tiques, de sua movimentação e de sua exasperação.

Em seu ambiente de trabalho conseguiu cativar aos colegas e, em sua vida particular, vive rodeado de amigos que, como ele, também apresentam dificuldades advindas de impossibilidades mentais.

Um acontecimento diferenciado, no entanto, marca a vida de Sam para sempre. Ao abrigar uma mulher sem-teto, acaba fazendo com que ela engravide. Cumprido o período de gestação, Sam sai do hospital acompanhado da mãe e com o bebê no colo. A mãe foge e abandona Sam e a recém-nascida. Inicia-se dessa forma uma relação totalmente diferenciada de paternidade.

Sam acolhe e cuida da criança com o auxílio de uma vizinha reclusa (vivida pela experiente Dianne Wiest). Alguns anos passam e a pequena Lucy Diamond Dawson (Dakota Fanning) se torna uma menina esperta e saudável, próxima de completar 7 anos de idade.

Quando a assistência social descobre que Sam (possuidor de idade mental equivalente a de uma criança de 7 anos) está criando a pequena Lucy, inicia-se uma luta judicial pelos direitos de criação e educação da menina. Lucy passa aos cuidados do juizado e, Sam tem que provar, com o auxílio de sua advogada Rita Harrison (Michelle Pfeiffer) que é plenamente capaz de amar e criar Lucy.

Prepare suas emoções! E não esqueça de deixar uma caixa de lenços do lado da poltrona...e, Bom filme!
(Fonte: Planeta Educação)
segue abaixo um video do filme.Venha se emocionar

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Boa noite!
Hoje falarei sobre a síndrome de Asperger.

A chamada síndrome de Asperger, transtorno de Asperger ou desordem de Asperger, é uma síndrome do espectro autista, diferenciando-se do autismo clássico por não comportar nenhum atraso ou retardo global no desenvolvimento cognitivo ou da linguagem do indivíduo. A validade do diagnóstico de SA como condição distinta do autismo é incerta, tendo sido proposta a sua eliminação do "Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais" (DSM), sendo fundida com o autismo.

A SA é mais comum no sexo masculino. Quando adultos, muitos podem viver de forma comum, como qualquer outra pessoa que não possui a síndrome. Há indivíduos com Asperger que se tornaram professores universitários (como Vernon Smith, "Prémio Nobel" de Economia de 2002).

O termo "síndrome de Asperger" foi utilizado pela primeira vez por Lorna Wing em 1981 num jornal médico, que pretendia desta forma homenagear Hans Asperger, um psiquiatra e pediatra austríaco cujo trabalho não foi reconhecido internacionalmente até a década de 1990. A síndrome foi reconhecida pela primeira vez no DSM, na sua quarta edição, em 1994 (DSM-IV).

Alguns sintomas desta síndrome são: dificuldade de interação social, falta de empatia, interpretação muito literal da linguagem, dificuldade com mudanças, perseveração em comportamentos estereotipados. No entanto, isso pode ser conciliado com desenvolvimento cognitivo normal ou alto.

Alguns estudiosos afirmam que grandes personalidades da História possuíam fortes traços da síndrome de Asperger, como os físicos Isaac Newton e Albert Einstein, o compositor Mozart, os filósofos Sócrates e Wittgenstein, o naturalista Charles Darwin, o pintor renascentista Michelangelo, os cineastas Stanley Kubrick e Andy Warhol e o enxadrista/xadrezista Bobby Fischer.
(Fonte: Wikipédia-A enciclopédia livre)

Hoje colocarei mais um vídeo de uma matéria que teve no fantástico sobre a síndrome de asperger, espero que gostem.
*Uma dica de filme que aborda sobre a síndrome de asperger: "Muito além do jardim"
Tenham um final de semana iluminado!

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Depois de um tempo sem postar, esta semana vi uma frase de uma amiga que foi colocado no face...simples, mas diz tudo!
"Pessoas precisam entender que as crianças DITAS especiais não sofrem de uma doença, entretanto não tem cura e não é contagiosa. O que elas querem é ser aceitas." Você poderia copiar esta mensagem em seu Mural e deixá-la por pelo menos uma hora?. Essa é a Semana de Educação Especial,em homenagem a todas as crianças que precisam de nós ...(by Mari)
e para completar aí vai mais um video, um dos vários videos lindos na minha opinião. Espero que gostem!